Eu só precisava me levantar, com o pouco de força que restou do meu impulso e caminhar alguns metros até a porta.Olharia os rostos parados sem deixar que eles vissem o meu desepero, para soar naturalmente, e depois os meus passos se dissipariam no meio de tantos brindes.
Queria sentir os meus pés de novo, mas naquele momento só conseguia vagar até a primeira esquina. Depois a segunda, a terceira... Não era momento para se pensar em muita coisa.
O que eu era, já havia se perdido num momento bem distante daquela mesa. Até então não sentia mais nada, mas mesmo assim sintia muito.
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